Pular para o conteúdo principal

Médico de Dor em Sorocaba | Dr. Lucas Marthe

Introdução: Mais do que Apenas Tênis

Você já sentiu uma dor chata e persistente na parte externa do cotovelo, que piora ao pegar objetos, torcer a roupa ou até mesmo ao apertar a mão de alguém? Essa dor pode ser um sinal de Epicondilite Lateral, mais conhecida como “Cotovelo de Tenista”. Apesar do nome, essa condição não afeta apenas jogadores de tênis; ela pode surgir em qualquer pessoa que realize movimentos repetitivos com o punho e o antebraço, seja no trabalho, em casa ou em outras atividades esportivas.

A Epicondilite Lateral é uma lesão por uso excessivo que afeta os tendões dos músculos que esticam o punho e os dedos. Esses tendões se prendem a uma parte óssea na lateral do cotovelo, chamada epicôndilo lateral. Quando há uma sobrecarga repetitiva nessa região, os tendões podem sofrer pequenas lesões e inflamações, causando a dor característica.

Neste artigo, vamos explicar de forma simples e clara tudo sobre a Epicondilite Lateral. Você vai aprender:

  • O que é a Epicondilite Lateral e por que ela acontece.
  • Quais são os sintomas e como eles se manifestam.
  • Como o médico faz o diagnóstico.
  • As opções de tratamento, desde a fisioterapia até, em casos mais raros, a cirurgia.
  • Qual o prognóstico para a recuperação e as possíveis complicações.
  • Dicas de prevenção para evitar que a dor volte.

Nosso objetivo é te ajudar a entender essa condição para que você possa buscar o melhor cuidado e voltar a ter um cotovelo saudável e sem dor.

imagem 2025 07 26 143707649 Epicondilite lateral

Qual médico responsável pelo tratamento de epicondilite lateral?

O médico especializado em diagnosticar e tratar dores musculares, articulares, nervosas e funcionais , incluindo a epicondilite lateral (e seus tratamentos não cirúrgicos) , é o Fisiatra, também conhecido como especialista em Medicina Física e Reabilitação.

Este profissional atua de forma ampla, buscando não apenas o alívio imediato da dor, mas também a recuperação funcional completa e a melhora duradoura da qualidade de vida.

O Dr. Lucas Marthe é Fisiatra com atuação clínica , experiência e prática no tratamento da dor na cidade de Sorocaba – SP.

Atualmente, atende pacientes em consultório particular com hora marcada e integra o corpo clínico do Centro de Reabilitação Lucy Montoro de Sorocaba, um dos maiores centros públicos de reabilitação do Estado de São Paulo e do Brasil.

Com formação médica sólida, o Dr. Lucas concluiu :

  • 6 anos de graduação em Medicina
  • 3 anos de Residência Médica em Fisiatria

Ao todo são 9 anos de preparação técnica, científica e prática para te atender da melhor forma e garantir o alívio da sua dor, melhora do movimento e qualidade de vida!

Sempre atento aos avanços na Medicina da Dor e Reabilitação, o Dr. Lucas mantém uma rotina de atualização científica constante, participando de cursos práticos, congressos e estudos clínicos.

Ele está alinhado com o que há de mais atual em ultrassonografia musculoesquelética, intervenções guiadas por imagem e estratégias terapêuticas baseadas em evidência científica.

Durante sua especialização, passou por diversos ambulatórios de dor crônica e aguda, obtendo experiência prática em diagnósticos diferenciais complexos e na execução de procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem.

Entre os diagnósticos frequentemente realizados pelo fisiatra estão dores agudas e crônicas, como: tendinites, bursites, artroses, calcificações de tendões, radiculopatias, síndromes miofasciais, dores neuropáticas, neuralgias, fibromialgia, dores pós-operatórias e dores sem causa aparente.

O fisiatra também investiga alterações funcionais que limitam movimentos, reduzem autonomia e impactam a qualidade de vida.

A abordagem de tratamento adotada na fisiatria é abrangente, segura e individualizada, podendo incluir: exercícios terapêuticos, orientações posturais, bloqueios analgésicos guiados por ultrassom, mesoterapia, infiltrações articulares, reabilitação funcional, tecnologias assistivas e equipe multiprofissional.

Muitas vezes, o tratamento vai além da fase aguda da dor, com acompanhamento contínuo e estratégias de prevenção de recidiva.

F6064553 30A1 4FC2 9565 6F601E7ACE5D convertido de jpeg Epicondilite lateral

O Dr. Lucas também atua com foco em Prevenção.

Ele identifica precocemente padrões de movimento disfuncionais, desequilíbrios musculares, sobrecargas articulares e outros fatores que, se não corrigidos, podem evoluir para quadros dolorosos ou incapacidades.

Essa abordagem preventiva é essencial para idosos, atletas, trabalhadores manuais, ou mesmo que passam boa parte do dia sentados e qualquer pessoa que deseje manter sua função física com qualidade e segurança.

Durante a consulta, você será avaliado de forma global e humanizada, levando em conta aspectos físicos, funcionais, emocionais e sociais.

Um dos grandes diferenciais do atendimento é a disponibilidade de ultrassonografia no próprio consultório, permitindo maior precisão diagnóstica e mais segurança nos procedimentos realizados.

Se você convive com dor, sente limitações físicas ou busca uma abordagem moderna e centrada no paciente, agende sua consulta com o Dr. Lucas Marthe.

O cuidado com a dor pode ser conduzido com ciência, empatia e planos personalizados, sempre com foco em melhorar sua qualidade de vida.

image Epicondilite lateral
imagem 2025 09 18 164337736 Epicondilite lateral

Como é a consulta com o Dr. Lucas Marthe?

A primeira consulta, também chamada de consulta de avaliação, tem duração de 1 hora a 1 hora e meia, e é conduzida com tempo, atenção e escuta qualificada para entender sua história, sintomas e expectativas de forma completa.

Durante essa consulta, o Dr. Lucas Marthe:

  • Ouve com calma e sem pressa tudo o que você tem a relatar sobre sua dor, limitações funcionais ou histórico clínico.
  • Realiza um exame físico detalhado, avaliando sua postura, movimento, força muscular e pontos de dor.
  • Pode incluir, se necessário, a realização de um exame de ultrassom no próprio consultório, com o objetivo de investigar com mais precisão a causa do problema e melhorar a assertividade do diagnóstico.
  • Por fim, elabora um plano de tratamento personalizado, alinhado às suas necessidades e objetivos, com explicações claras sobre as opções disponíveis, tempo estimado de resposta e próximos passos.

Essa abordagem detalhada garante que você seja acolhido de forma integral, recebendo um cuidado moderno, técnico e humanizado, com foco no alívio da dor, na reabilitação funcional e na sua qualidade de vida.

O Que é a Epicondilite Lateral? A Dor no Lado de Fora do Cotovelo

A Epicondilite Lateral é uma condição que causa dor na parte externa do cotovelo. Essa dor é resultado de uma sobrecarga ou uso excessivo dos tendões dos músculos extensores do punho e dos dedos.

Entendendo os Tendões:

Os tendões são como “cordas” fortes que conectam os músculos aos ossos. No caso da Epicondilite Lateral, os tendões afetados são principalmente os do músculo extensor radial curto do carpo (ERCC) e outros músculos extensores do antebraço. Eles se originam em uma pequena proeminência óssea na parte externa do cotovelo, o epicôndilo lateral.

Por Que Acontece?

A Epicondilite Lateral é considerada uma lesão por uso excessivo. Isso significa que ela não é causada por um único trauma, mas sim por movimentos repetitivos e contínuos que sobrecarregam esses tendões. Com o tempo, essa sobrecarga pode levar a pequenas rupturas e degeneração nas fibras do tendão, causando dor e inflamação.

O que sinto se tiver epicondilite lateral ?

O principal sintoma da Epicondilite Lateral é a dor na parte externa do cotovelo. Essa dor tem características específicas e piora com certas atividades.

Sinais e Sintomas Comuns:

  • Dor na Parte Externa do Cotovelo: A dor é geralmente localizada no epicôndilo lateral e pode se espalhar para o antebraço e o punho.
  • Piora com Atividades que Envolvem o Punho e o Antebraço: A dor é agravada por:
    • Pegar objetos, especialmente com a palma da mão para baixo (como uma xícara de café).
    • Torcer o antebraço (como ao abrir uma porta ou torcer uma toalha).
    • Digitar no teclado.
    • Usar ferramentas manuais.
    • Realizar movimentos de backhand no tênis.
  • Fraqueza na Preensão (Força para Segurar): Você pode sentir que sua força para segurar objetos está diminuída.
  • Dor ao Esticar o Punho Contra Resistência: Se você tentar esticar o punho para cima e alguém fizer força para baixo, a dor no cotovelo pode piorar.

É importante notar que a dor geralmente melhora com o repouso e piora com a atividade.

image Epicondilite lateral

Como o Médico Diagnostica? A Avaliação e os Exames

O diagnóstico da Epicondilite Lateral é feito principalmente através da conversa com o paciente sobre os sintomas (história clínica) e de um exame físico detalhado. Exames de imagem geralmente não são necessários para confirmar o diagnóstico, mas podem ser usados para descartar outras condições.

História Clínica:

O médico vai perguntar sobre:

  • Localização e Tipo da Dor: Onde dói, como é a dor (queimação, pontada, incômodo).
  • Atividades que Pioram a Dor: Quais movimentos ou tarefas desencadeiam ou agravam a dor.
  • Histórico de Lesões ou Traumas no Cotovelo.
  • Tipo de Trabalho ou Atividades Esportivas.

Exame Físico:

O médico vai:

  • Palpar o Cotovelo: Verificar se há sensibilidade no epicôndilo lateral e nos tendões próximos.
  • Avaliar a Força Muscular: Testar a força dos músculos do antebraço, especialmente os que esticam o punho e os dedos.
  • Realizar Testes Específicos: O médico pode pedir para você esticar o punho e os dedos contra resistência, o que geralmente reproduz a dor na Epicondilite Lateral.

Exames de Imagem:

  1. Radiografias (Raio-X):
    1. Para que serve: Geralmente são normais na Epicondilite Lateral, pois a condição afeta os tendões e não os ossos. No entanto, podem ser úteis para descartar outras causas de dor no cotovelo, como fraturas ou osteoartrite.
  2. Ultrassonografia (US) ou Ressonância Magnética (RM):
    1. Para que serve: Esses exames podem mostrar alterações nos tendões, como espessamento, degeneração ou pequenas rupturas. No entanto, eles são geralmente reservados para casos em que o diagnóstico não é claro, ou quando o tratamento conservador não está funcionando, para descartar outras condições ou avaliar a extensão da lesão.

Como Tratar a Epicondilite Lateral? O Caminho para o Alívio e a Recuperação

O tratamento da Epicondilite Lateral é quase sempre não cirúrgico e foca em aliviar a dor, reduzir a inflamação e corrigir os fatores que estão causando o problema. A fisioterapia é o pilar do tratamento.

Tratamento Não Cirúrgico:

  1. Repouso e Modificação de Atividades: Evitar ou reduzir as atividades que causam dor. Isso não significa parar completamente, mas sim adaptar a forma como você realiza as tarefas para não sobrecarregar o cotovelo.
  2. Gelo: Aplicar gelo na região dolorida para reduzir a dor e a inflamação.
  3. Medicamentos: O médico pode prescrever anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) orais ou tópicos para ajudar a controlar a dor e a inflamação, geralmente por um curto período.
  4. Órteses (Faixas de Contraforça): Uma faixa especial que se usa no antebraço, logo abaixo do cotovelo, pode ajudar a aliviar a tensão nos tendões e reduzir a dor durante as atividades.
  5. Fisioterapia: É fundamental para a recuperação. O fisioterapeuta vai criar um programa de exercícios personalizado para:
    1. Aliviar a Dor e a Inflamação.
    1. Alongar os Músculos do Antebraço: Para melhorar a flexibilidade e reduzir a tensão nos tendões.
    1. Fortalecer os Músculos do Antebraço: Especialmente com exercícios excêntricos (onde o músculo se alonga enquanto contrai), que são muito eficazes para a recuperação dos tendões.
    1. Reeducação do Movimento: Orientação sobre a forma correta de realizar atividades diárias e esportivas para evitar a sobrecarga no cotovelo.
image 1 Epicondilite lateral

Fisioterapia para Cotovelo de Tenista

  • Outras Terapias (Adjuvantes): Em casos que não respondem ao tratamento inicial, o médico pode considerar:
    • Injeções de Corticosteroides: Podem proporcionar alívio temporário da dor, mas seu uso a longo prazo é controverso.
    • Terapias Regenerativas: visam estimular a cicatrização do tendão. Converse com seu médico sobre as possibilidades.

Tratamento Cirúrgico: Uma Opção Rara

A cirurgia para a Epicondilite Lateral é rara e só é considerada quando o tratamento não cirúrgico falhou após um período prolongado (geralmente 6 a 12 meses) e a dor persiste, limitando significativamente a qualidade de vida do paciente. Existem diversas técnicas cirúrgicas, que visam remover o tecido degenerado do tendão ou liberar a tensão na região. No entanto, a grande maioria dos pacientes se recupera sem a necessidade de cirurgia.

Prognóstico: O Caminho para a Recuperação Completa

O prognóstico da Epicondilite Lateral é geralmente bom. A maioria dos pacientes apresenta alívio da dor e recuperação completa com o tratamento conservador, especialmente se iniciado precocemente.

Fatores que Influenciam o Prognóstico:

  • Adesão ao Tratamento: Seguir as orientações do médico e do fisioterapeuta é crucial para uma recuperação bem-sucedida.
  • Identificação e Correção dos Fatores de Risco: Abordar os movimentos repetitivos, a técnica inadequada ou o equipamento inadequado ajuda a prevenir a recorrência da dor.
  • Paciência: A recuperação pode levar algumas semanas a alguns meses, e é importante não apressar o retorno às atividades intensas para evitar recaídas.

Prevenção: Evitando que a Dor Volte

Prevenir a Epicondilite Lateral é fundamental, especialmente se você realiza atividades que exigem movimentos repetitivos do punho e do antebraço.

Dicas de Prevenção:

  • Aquecimento e Alongamento: Antes de iniciar atividades físicas ou tarefas repetitivas, faça um bom aquecimento e alongue os músculos do antebraço.
  • Técnica Correta: Se você pratica esportes ou realiza atividades que exigem movimentos específicos, certifique-se de que sua técnica está correta. Um profissional pode te ajudar a corrigir a postura e os movimentos.
  • Equipamento Adequado: Use raquetes, ferramentas ou equipamentos que sejam adequados para você e que estejam em boas condições. Raquetes muito pesadas ou com a empunhadura errada podem sobrecarregar o cotovelo.
  • Pausas e Descanso: Faça pausas regulares durante atividades repetitivas para descansar os músculos do antebraço.
  • Fortalecimento Muscular: Mantenha os músculos do antebraço e do ombro fortes e equilibrados. Isso ajuda a proteger os tendões.
  • Evitar Sobrecarga: Não aumente a intensidade ou o volume de suas atividades de forma muito rápida. Faça uma progressão gradual.
image 3 Epicondilite lateral

Conclusão: Alivie a Dor e Cuide do Seu Cotovelo

A Epicondilite Lateral é uma condição comum e dolorosa, mas que tem um excelente prognóstico com o tratamento adequado. A chave para a recuperação é identificar os fatores que contribuem para a dor e seguir um plano de reabilitação que inclua repouso, fisioterapia e modificação das atividades.

Se você está sentindo dor na parte externa do cotovelo, procure um médico especialista. Ele poderá fazer o diagnóstico preciso e indicar o melhor caminho para sua recuperação. Com o cuidado certo, você pode aliviar a dor, fortalecer seu cotovelo e voltar a desfrutar de suas atividades diárias e esportivas sem limitações.

Links úteis:

https://www.einstein.br/doencas/epicondilite-lateral

https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/cotovelo-de-tenista

https://www.sbot.org.br/portal/sbot/lesoes-no-cotovelo

https://orthoinfo.aaos.org/en/diseases–conditions/tennis-elbow-lateral-epicondylitis

https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/tennis-elbow/symptoms-causes/syc-20351987

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *