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Médico de Dor em Sorocaba | Dr. Lucas Marthe

Você sente dores espalhadas pelo corpo que parecem não ter uma causa óbvia? Cansaço extremo que não melhora mesmo após uma noite de sono? Dificuldade de concentração e uma sensação de “névoa mental”?

Se essas queixas soam familiares, você pode estar enfrentando a fibromialgia, uma condição crônica e complexa que afeta milhões de pessoas, principalmente mulheres, e impacta profundamente a qualidade de vida.

Viver com fibromialgia pode ser desafiador. A dor constante, a fadiga debilitante e os outros sintomas podem transformar atividades rotineiras em tarefas árduas, afetando o trabalho, os relacionamentos e o bem-estar emocional.

Muitas vezes, a falta de compreensão sobre a doença, até mesmo por parte de profissionais de saúde, pode gerar frustração e isolamento.

Mas é fundamental saber: a fibromialgia é real, seus sintomas são legítimos e, mais importante, existe tratamento e esperança de melhora.

Entender essa condição é o primeiro passo para buscar o caminho do alívio e da recuperação funcional.

Neste artigo, vamos explorar o que é a fibromialgia, suas causas, sintomas, como é feito o diagnóstico e, principalmente, as abordagens de tratamento mais modernas e eficazes disponíveis hoje, com foco na melhora da sua qualidade de vida aqui em Sorocaba.

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Qual médico trata a Fibromialgia?

O médico especializado em diagnosticar e tratar dores musculares, articulares, nervosas e funcionais , incluindo a Fibromialgia , é o Fisiatra, também conhecido como especialista em Medicina Física e Reabilitação. Este profissional atua de forma ampla, buscando não apenas o alívio imediato da dor, mas também a recuperação funcional completa e a melhora duradoura da qualidade de vida.

O Dr. Lucas Marthe é Fisiatra com atuação clínica e prática no tratamento da dor na cidade de Sorocaba – SP. Atualmente, atende pacientes em consultório particular com hora marcada e integra o corpo clínico do Centro de Reabilitação Lucy Montoro de Sorocaba, um dos maiores centros públicos de reabilitação do Estado de São Paulo.

Com formação médica sólida, o Dr. Lucas concluiu seis anos de graduação em Medicina e três anos de residência médica em Fisiatria, totalizando nove anos de preparo técnico e científico focado em reabilitação funcional, alívio da dor e melhoria da performance física. Durante sua especialização, passou por diversos ambulatórios de dor crônica e aguda, obtendo experiência prática em diagnósticos diferenciais complexos e na execução de procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem.

Entre os diagnósticos frequentemente realizados pelo fisiatra estão dores agudas e crônicas, como: tendinites, bursites, artroses, calcificações de tendões, radiculopatias, síndromes miofasciais, dores neuropáticas, neuralgias, fibromialgia, dores pós-operatórias e dores sem causa aparente. O fisiatra também investiga alterações funcionais que limitam movimentos, reduzem autonomia e impactam a qualidade de vida.

A abordagem de tratamento adotada na fisiatria é abrangente, segura e individualizada, podendo incluir: exercícios terapêuticos, orientações posturais, bloqueios analgésicos guiados por ultrassom, mesoterapia, infiltrações articulares, reabilitação funcional, tecnologias assistivas e equipe multiprofissional. Muitas vezes, o tratamento vai além da fase aguda da dor, com acompanhamento contínuo e estratégias de prevenção de recidiva.

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O Dr. Lucas também atua com foco em Prevenção, ou seja, identifica precocemente padrões de movimento disfuncionais, desequilíbrios musculares, sobrecargas articulares e outros fatores que, se não corrigidos, podem evoluir para quadros dolorosos ou incapacidades. Essa abordagem preventiva é essencial para idosos, atletas, trabalhadores manuais e qualquer pessoa que deseje manter sua função física com qualidade e segurança.

Sempre atento aos avanços na Medicina da Dor e Reabilitação, o Dr. Lucas mantém uma rotina de atualização científica constante, participando de cursos práticos, congressos e estudos clínicos. Está alinhado com o que há de mais atual em ultrassonografia musculoesquelética, intervenções guiadas por imagem e estratégias terapêuticas baseadas em evidência científica.

Durante a consulta, o paciente é avaliado de forma global e humanizada, levando em conta aspectos físicos, funcionais, emocionais e sociais. Um dos grandes diferenciais do atendimento é a disponibilidade de ultrassonografia no próprio consultório, permitindo maior precisão diagnóstica e mais segurança nos procedimentos realizados.

Se você convive com dor, sente limitações físicas ou busca uma abordagem moderna e centrada no paciente, agende sua consulta com o Dr. Lucas Marthe. O cuidado com a dor pode ser conduzido com ciência, empatia e planos personalizados, sempre com foco em melhorar sua qualidade de vida.

image Fibromialgia

Desvendando a Fibromialgia: Mais do que Apenas Dor

A fibromialgia é classificada como uma síndrome, o que significa que é um conjunto de sinais e sintomas que ocorrem juntos. A característica principal é a dor musculoesquelética difusa e crônica, ou seja, uma dor que se espalha por várias partes do corpo e persiste por mais de três meses. No entanto, a fibromialgia vai muito além da dor.

Ela envolve uma sensibilização central, um fenômeno complexo onde o sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) se torna hipersensível. Isso significa que o cérebro interpreta estímulos que normalmente não seriam dolorosos (como um toque leve) como dor (alodínia) e amplifica a percepção de estímulos que já são dolorosos (hiperalgesia). É como se o “volume” da dor estivesse constantemente aumentado no sistema nervoso.

As causas exatas ainda não são totalmente compreendidas, mas acredita-se que uma combinação de fatores genéticos, ambientais e psicossociais contribua para o seu desenvolvimento. Fatores como:

  • Predisposição genética: Pessoas com familiares com fibromialgia têm maior risco de desenvolver a condição.
  • Infecções: Algumas infecções virais ou bacterianas podem atuar como gatilhos.
  • Traumas físicos ou emocionais: Acidentes, cirurgias ou eventos estressantes significativos podem desencadear ou agravar os sintomas.
  • Distúrbios do sono: A privação crônica de sono reparador é uma característica comum e pode piorar a dor e a fadiga.
  • Alterações neuroquímicas: Desequilíbrios em neurotransmissores como serotonina, noradrenalina e dopamina, que regulam a dor, o humor e o sono, são observados em pacientes com fibromialgia. Há também evidências de aumento de substâncias excitatórias (como a substância P e o glutamato) no líquido cefalorraquidiano.
  • Fatores psicossociais: Estresse crônico, ansiedade e depressão frequentemente coexistem com a fibromialgia e podem influenciar a percepção e o manejo da dor.

É crucial entender que a fibromialgia não é uma doença “psicológica” ou “imaginária”. É uma condição neurológica real com alterações fisiopatológicas demonstráveis, embora exames de imagem convencionais (como raio-X ou ressonância) geralmente não mostrem anormalidades nas articulações ou músculos que expliquem a dor.

Um Mosaico de Sintomas: Reconhecendo a Fibromialgia

A fibromialgia se manifesta de forma diferente em cada pessoa, mas alguns sintomas são particularmente comuns e ajudam a compor o quadro clínico:

  • Dor Difusa: É o sintoma cardinal. A dor é descrita como profunda, latejante, queimante ou como uma sensação de peso, afetando ambos os lados do corpo, acima e abaixo da cintura. Pontos específicos (tender points) podem ser dolorosos à palpação, mas os critérios diagnósticos mais recentes focam na dor generalizada e na presença de outros sintomas.
  • Fadiga Intensa: Um cansaço avassalador que não melhora com o repouso, muitas vezes descrito como “exaustão” ou “gripe constante”. Pode ser mais incapacitante que a própria dor.
  • Distúrbios do Sono: Dificuldade para adormecer, sono superficial, despertares frequentes e a sensação de acordar já cansado (sono não reparador) são quase universais.
  • Problemas Cognitivos (“Fibro Fog” ou Névoa Mental): Dificuldade de concentração, problemas de memória de curto prazo, lentidão de raciocínio e dificuldade em encontrar palavras.
  • Outros Sintomas Comuns:
    • Rigidez matinal, especialmente ao acordar ou após períodos de inatividade.
    • Dores de cabeça (cefaleia tensional ou enxaqueca).
    • Síndrome do intestino irritável (dor abdominal, diarreia e/ou constipação).
    • Sensibilidade aumentada a estímulos (luz, som, cheiros, temperatura).
    • Formigamentos ou dormência nas mãos e pés.
    • Ansiedade e/ou Depressão: São comorbidades frequentes, podendo ser tanto uma reação à dor crônica quanto parte do desequilíbrio neuroquímico da síndrome.
    • Dor pélvica crônica, síndrome da bexiga dolorosa.
    • Disfunção temporomandibular (DTM).

É importante notar que a intensidade dos sintomas pode flutuar, com períodos de melhora e piora, muitas vezes influenciados por fatores como estresse, mudanças climáticas, esforço físico ou qualidade do sono.

O Caminho para o Diagnóstico: Escuta Atenta e Critérios Clínicos

O diagnóstico da fibromialgia é essencialmente clínico. Não existe um exame de sangue ou de imagem específico que confirme a doença. O diagnóstico se baseia em:

  1. História Clínica Detalhada: O médico, idealmente um Fisiatra ou Reumatologista com experiência em dor crônica, ouvirá atentamente a descrição dos seus sintomas: tipo de dor, localização, duração, intensidade, fatores de melhora e piora, presença de fadiga, problemas de sono, dificuldades cognitivas e outros sintomas associados.
  2. Exame Físico: O médico avaliará a presença de dor generalizada e a sensibilidade em diferentes pontos do corpo. Também buscará excluir outras condições que podem causar sintomas semelhantes.
  3. Critérios Diagnósticos: Atualmente, os critérios mais utilizados são os do Colégio Americano de Reumatologia (ACR) de 2010/2011, revisados em 2016. Eles combinam:
    1. Índice de Dor Generalizada (IDG): Conta o número de áreas (de 19 possíveis) onde o paciente sentiu dor na última semana.
    1. Escala de Gravidade dos Sintomas (EGS): Avalia a intensidade da fadiga, do sono não reparador e dos sintomas cognitivos, além de outros sintomas somáticos (como dor de cabeça, dor abdominal, depressão). A pontuação varia de 0 a 12.
    1. Duração dos Sintomas: Os sintomas devem estar presentes em um nível semelhante por pelo menos 3 meses.
    1. Exclusão de Outras Doenças: É fundamental que não haja outra condição médica que explique completamente a dor.

Exames Complementares: Embora não confirmem a fibromialgia, exames de sangue podem ser solicitados para descartar outras doenças com sintomas parecidos, como hipotireoidismo, doenças reumáticas inflamatórias (artrite reumatoide, lúpus), deficiências vitamínicas (como vitamina D) ou infecções. Exames como hemograma, VHS, PCR, TSH, fator reumatoide e anticorpos específicos podem ser úteis nesse diagnóstico diferencial.

O Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQ) é um questionário validado que pode ser usado para avaliar o impacto da doença na funcionalidade e qualidade de vida, e para monitorar a resposta ao tratamento.

É essencial procurar um médico experiente que conheça a fibromialgia, valide seus sintomas e conduza uma investigação cuidadosa para chegar ao diagnóstico correto e descartar outras possíveis causas.

Tratamento da Fibromialgia: Uma Abordagem Multidisciplinar e Individualizada

O tratamento da fibromialgia não visa a “cura” no sentido tradicional, mas sim o controle dos sintomas, a melhora da funcionalidade e da qualidade de vida. A abordagem mais eficaz é multidisciplinar, combinando diferentes estratégias adaptadas às necessidades de cada paciente.

As diretrizes atuais, como as da Liga Europeia Contra o Reumatismo (EULAR), enfatizam uma abordagem escalonada, começando com medidas não farmacológicas:

1. Educação do Paciente: Compreender a fibromialgia é fundamental. Saber que é uma condição real, conhecer seus mecanismos e aprender estratégias de autogerenciamento capacita o paciente a participar ativamente do tratamento e a lidar melhor com os sintomas. O alinhamento das expectativas entre médico e paciente sobre os resultados do tratamento é crucial para evitar frustrações e melhorar a adesão.

2. Exercício Físico: É considerado a pedra angular do tratamento não farmacológico. Apesar da dor e da fadiga, a atividade física regular, iniciada de forma lenta e gradual, é essencial. Os tipos mais recomendados incluem: * Exercícios Aeróbicos de Baixo Impacto: Caminhada, ciclismo, natação, hidroginástica. A intensidade deve ser aumentada progressivamente, conforme a tolerância.

* Exercícios de Fortalecimento Muscular: Musculação leve ou exercícios com elásticos, focando nos principais grupos musculares.

* Exercícios de Flexibilidade e Alongamento: Ajudam a reduzir a rigidez.

* Práticas Mente-Corpo: Tai Chi, Yoga e Qigong combinam movimento suave, respiração e meditação, mostrando benefícios na dor, sono e qualidade de vida. O ideal é encontrar uma atividade prazerosa e acessível, praticada regularmente (pelo menos 2-3 vezes por semana), preferencialmente com orientação profissional inicial.

3. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Ajuda o paciente a identificar e modificar pensamentos e comportamentos negativos relacionados à dor e aos outros sintomas. Ensina estratégias de enfrentamento (coping), melhora a autoeficácia (a crença na própria capacidade de lidar com a condição) e pode reduzir o impacto da dor e da fadiga na vida diária.

4. Tratamento Farmacológico (Medicamentoso): Os medicamentos são usados para auxiliar no controle dos sintomas, principalmente dor, distúrbios do sono e comorbidades como ansiedade e depressão. Não são a única solução e devem ser usados em combinação com as terapias não farmacológicas.

As classes mais utilizadas, com evidência de eficácia, incluem:

Antidepressivos:

  • Tricíclicos em baixas doses : Usados principalmente à noite para melhorar a dor e a qualidade do sono.
  • Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina (IRSN) : Aprovados especificamente para fibromialgia em alguns países, ajudam na dor e podem ter efeito na fadiga e humor.
  • Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS) : Menos eficazes para a dor, mas úteis se houver depressão ou ansiedade associada.

 Moduladores da Dor (Anticonvulsivantes):

  • Gabapentinoides : São é aprovados para fibromialgia em muitos países e ajuda a reduzir a dor e melhorar o sono, agindo na sensibilização central.

Relaxantes Musculares : Usada em baixas doses à noite, pode ajudar na dor e no sono, similarmente aos tricíclicos.

**Importante:**
*   A escolha do medicamento, a dose e a duração do tratamento devem ser individualizadas pelo médico, considerando a eficácia, os efeitos colaterais e as condições associadas de cada paciente.

5. Outras Terapias:

  • Acupuntura: Algumas evidências sugerem benefício para dor e rigidez.
  • Massagem Terapêutica: Pode proporcionar alívio temporário da dor e relaxamento.
  • Balneoterapia (Terapia em Água Aquecida): Pode ajudar na dor e rigidez.
  • Suplementos: A evidência para a maioria dos suplementos (magnésio, vitamina D, etc.) ainda é limitada ou inconclusiva, embora a correção de deficiências vitamínicas seja importante.
  • Canabinoides: A pesquisa sobre o uso de canabidiol (CBD) ou outros canabinoides para fibromialgia ainda está em andamento, com evidências limitadas e potenciais efeitos colaterais a serem considerados.

O tratamento ideal é construído em parceria entre o médico e o paciente, revisado periodicamente e ajustado conforme a resposta e as preferências individuais. A paciência e a persistência são fundamentais, pois a melhora geralmente é gradual.

Vivendo Bem com Fibromialgia: Expectativas Realistas e Autocuidado

É importante ter expectativas realistas sobre o tratamento da fibromialgia. A eliminação completa da dor pode não ser um objetivo alcançável para todos, mas uma melhora significativa na funcionalidade, na qualidade do sono, na disposição e na capacidade de realizar atividades prazerosas é uma meta realista e alcançável com o tratamento adequado e o autocuidado contínuo.

Algumas estratégias de autocuidado são essenciais:

  • Gerenciamento do Estresse: Técnicas de relaxamento, meditação, mindfulness e hobbies podem ajudar a reduzir o impacto do estresse nos sintomas.
  • Higiene do Sono: Estabelecer uma rotina regular de sono, criar um ambiente propício ao descanso e evitar cafeína ou telas antes de dormir.
  • Pacing (Ritmo das Atividades): Aprender a equilibrar períodos de atividade com períodos de descanso, evitando exageros que podem levar a crises de dor e fadiga.
  • Alimentação Saudável: Embora não haja uma “dieta para fibromialgia”, uma alimentação equilibrada, rica em frutas, vegetais e grãos integrais, e pobre em alimentos processados e açúcares, pode ajudar na saúde geral e no controle da inflamação.
  • Buscar Apoio: Conectar-se com grupos de apoio (presenciais ou online) ou conversar com amigos e familiares compreensivos pode reduzir o isolamento e fornecer suporte emocional.

Não Deixe a Fibromialgia Definir Sua Vida: Busque Ajuda Especializada em Sorocaba

Viver com fibromialgia é um desafio diário, mas você não precisa enfrentá-lo sozinho. A dor e a fadiga podem parecer esmagadoras, mas com o diagnóstico correto e um plano de tratamento multidisciplinar e individualizado, é possível retomar o controle da sua vida, reduzir o impacto dos sintomas e encontrar mais dias bons.

Se você está em Sorocaba e suspeita que pode ter fibromialgia, ou se já tem o diagnóstico, mas sente que seu tratamento não está adequado, procurar um médico Fisiatra como o Dr. Lucas Marthe é um passo fundamental. Com sua expertise em dor crônica e reabilitação, ele pode realizar uma avaliação completa e propor estratégias terapêuticas baseadas nas necessidades individuais e  construir com você um plano de tratamento personalizado, focado em suas necessidades e objetivos.

Lembre-se: a fibromialgia é real, sua dor é válida e existe esperança de melhora. Dê o primeiro passo em direção a uma vida com mais qualidade e menos dor. Agende sua consulta!

Links úteis

https://www.minhavida.com.br/saude/temas/fibromialgia

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/fibromialgia

https://www.einstein.br/doencas/fibromialgia

https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/dist%C3%BArbios-musculoesquel%C3%A9ticos/dor-musculoesquel%C3%A9tica/fibromialgia

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